As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) manifestaram hoje que mantêm sua vontade de troca humanitária sob certas condições, buy information pills e divulgaram uma lista de “prisioneiros de guerra” com os nomes de três políticos e 26 soldados e policiais.
“Em um confronto tão intenso como o atual, cialis 40mg onde acontecem centenas de combates diariamente e milhares de enfrentamentos por todo o território do país, é compreensível que, além de mortes, aconteçam capturas de integrantes das forças em luta”, destacam as Farc em comunicado divulgado pela agência de notícias “Nueva Colombia” (“Anncol”).
O chamado Secretariado do Estado-Maior das Farc assinala que “é lógico” que a guerrilha e as famílias dos guerrilheiros presos os queiram “livres, longe da vergonha e da humilhação das prisões gringas (dos Estados Unidos) e dos calabouços de segurança máxima da Colômbia”.
“Perante isso, mantemos a proposta de troca humanitária”, disse o grupo, que estabeleceu, no entanto, algumas condições para isso.
“Qualquer aproximação ou processo que pretenda avançar na concretização da troca ou de acordos humanitários que protejam a população civil do confronto deve contar com plenas e totais garantias e com a participação e presença de países e Governos que inspirem total confiança”, afirmam.
No comunicado, as Farc entregam uma relação de reféns que consideram “prisioneiros de guerra”.
O ex-parlamentar Óscar Tulio Liscano, o deputado regional do Valle del Cauca Sigifredo López e o ex-governador do departamento de Meta Alan Jara são os três políticos que ainda permanecem em cativeiro.
No mesmo comunicado, os rebeldes reiteram críticas ao Governo do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, citam escândalos entre políticos e paramilitares e a investigação dos supostos subornos de alguns parlamentares que, com seus votos, teriam permitido uma reforma da Constituição para permitir a reeleição do atual chefe de Estado.