Pérez, healing que foi solto em fevereiro após ficar seis anos em poder da guerrilha, drugs se reuniu hoje com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, ao qual apresentou uma proposta para favorecer o processo.
O ex-refém revelou à imprensa que seu plano inicial se “enriqueceu”, e destacou a vontade política do Governo colombiano e das Farc de chegar a um acordo humanitário desta vez.
“Não quero ser porta-voz de falsas expectativas”, disse Pérez, que, no entanto, se declarou “entusiasmado” com a evolução dos acontecimentos.
O ex-senador revelou que, em Paris, alguns juristas franceses fizeram contribuições para favorecer esse acordo.
Ele deixou entrever que, na solução definitiva, desempenharão um papel importante os presidentes de Venezuela, Hugo Chávez; Colômbia, Álvaro Uribe; e França, Nicolas Sarkozy.
Pérez pediu “absoluta discrição” para não se estender em detalhes sobre a proposta que apresentou, mas esclareceu que há duas linhas de atuação simultâneas, uma que inclui os reféns civis e outra que se ocupa dos militares e policiais nas mãos da guerrilha.
“Trabalha-se nas duas direções”, disse Pérez, que deu grande importância ao comunicado emitido pelas Farc após a morte de um de seus líderes, “Raúl Reyes”.
Na nota, o grupo dizia que esse fato não impediria de avançar na solução para uma troca de reféns por guerrilheiros presos.
O ex-senador indicou que um dos pontos em debate sobre a mesa é a exclusão das Farc da lista de organizações terroristas da União Européia (UE).
O Palácio do Eliseu indicou que não comentará o teor da reunião de Sarkozy com Pérez, que durou 45 minutos.