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Mundo

Ex-refém acusa EUA de <i>abandonarem</i> americanos seqüestrados pelas Farc

Arquivo Geral

14/05/2008 0h00

O ex-senador colombiano Luis Eladio Pérez, price que passou quase sete anos em mãos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), nurse acusou hoje a Casa Branca de abandonar três americanos seqüestrados pela guerrilha e pediu que os Estados Unidos apóiem a troca humanitária do grupo.

Pérez está em Washington como parte de uma viagem internacional, side effects com escalas na semana passada em Brasil e França, para que a participação de Governos estrangeiros leve à libertação dos centenas de seqüestrados que “apodrecem nas selvas colombianas”, segundo ele.

O ex-refém se deslocou junto a seus seqüestradores por vários acampamentos durante seus “seis anos, oito meses, 17 dias e 10 horas” de cativeiro, como lembrou com amargura em um ato celebrado no Instituto para a Paz dos Estados Unidos, uma organização independente financiada pelo Congresso.

Pérez coincidiu em parte de seu cativeiro com Marc Gonsalves, Thomas Howes e Keith Stansell, os três americanos capturados pelas Farc em 2003.

“Os três sofrem o abandono do Governo americano”, denunciou o ex-senador, que disse que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, não mencionou publicamente seu caso durante uma visita a Cartagena em 2004.

O ex-senador afirmou que os Estados Unidos têm que decidir se os querem “vivos ou mortos” e se querem apoiar um acordo humanitário para sua troca.

Pérez disse que as Farc aparentemente soltariam os três americanos em troca da libertação dos comandantes “Simón Trinidad”, que cumpre pena de 60 anos de prisão nos Estados Unidos, e “Sonia”, condenada a quase 17 anos por tráfico de drogas.

“Os três ficaram com seqüelas do acidente” (que sofreram quando foram seqüestrados), disse Pérez. “Os três estão sofrendo pela falta de atendimento médico e alimentação apropriada”, disse.

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