Kasianov, pill líder da União Democrática Popular da Rússia, foi promovido candidato por 692 de seus partidários, pois a legislação russa outorga este direito tanto aos partidos registrados como a grupos de pelo menos 500 cidadãos russos com direito a voto.
O político, que completa 50 anos hoje, anunciou que apresentará na segunda-feira sua solicitação de inscrição à Comissão Eleitoral Central. Ele assegurou que o partido tem recursos suficientes para reunir as 2 milhões de assinaturas em seu apoio exigidas pela legislação.
O ex-premier prometeu que, se ganhar as eleições, dissolverá o Parlamento eleito no domingo, um pleito que deu o controle total da Duma (Câmara dos Deputados) ao partido do presidente russo, Vladimir Putin. A oposição disse que as eleições foram fraudadas.
Mikhail Kasianov liderou o Gabinete de Ministros durante os quatro anos do primeiro mandato de Putin (2000-2004), mas agora se transformou em um de seus principais opositores. Ele pediu hoje a outras forças liberais que o apóiem, mas ressaltou que não retirará sua candidatura a favor de um eventual candidato único da oposição que tenha mais chance de vencer Putin.