O presidente da Bolívia, viagra order Evo Morales, price apresentou nesta terça-feira uma proposta aos governadores regionais para unificar o projeto de nova Constituição e os estatutos de autonomia de quatro departamentos.
A idéia do presidente consiste em criar uma comissão de analistas do Governo e das regiões. Eles se encarregarão de “propor e sugerir” à Assembléia Constituinte a eliminação de possíveis “contradições” do projeto constitucional. Assim, try o texto ficaria compatível com os estatutos de autônomos.
A proposta de Morales ainda não foi aprovada após mais de sete horas de reunião em La Paz com os governadores regionais. É o terceiro encontro em oito dias para tentar encerrar a crise política no país.
Os seis governadores de oposição voltaram a rejeitar o projeto constitucional, que ainda deve ser submetido a referendo. Na sua opinião, ele foi aprovado ilegalmente em duas polêmicas sessões da Assembléia Constituinte, em novembro e dezembro de 2007.
Morales insistiu que é “impossível começar do zero”. Ele pediu que os governadores trabalhem com o Governo para apresentar “sugestões” à direção da Constituinte. E admitiu uma nova ampliação do prazo de funcionamento da Assembléia.
Além disso, garantiu que seu Governo “não se mete” na campanha a favor do projeto constitucional promovida pelo seu partido, o Movimento Ao Socialismo (MAS).
“Presidente, pare essa campanha pela Constituição. Se houver um referendo, será a ruptura do país”, disse o governador da rica região de Santa Cruz, o opositor Rubén Costas. Ele mostrou muitas reservas à proposta de Morales.
O governador de Cochabamba, Manfred Reyes Villa, mostrou satisfação. Na sua opinião, o Governo demonstrou que quer “abrir” a nova Constituição.
O princípio de acordo prevê também, entre outros aspectos, a defesa da unidade do país e da democracia, e o compromisso com a escolha de magistrados que cubram as preocupantes lacunas no Poder Judiciário.
Além disso, Morales disse que na próxima sexta-feira o Governo dará uma resposta ao plano apresentado pelos governadores para evitar o corte de seus orçamentos regionais.