Em 20 de outubro, o professor foi condenado por participar das manifestações contra a polêmica reeleição do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
Em comunicado, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, considerou que as acusações contra Tajbakhsh “não têm nenhuma base” e que a sentença de 20 de outubro é “uma atrocidade”.
Além disso, “desde que foi detido no Irã, em 9 de julho de 2009, o professor não teve acesso a um advogado independente”, lamentou Gibbs.
“O Governo iraniano não ganha o respeito da comunidade internacional quando viola os direitos universais e continua encarcerando gente inocente”, acrescentou.
Gibbs pediu ao regime iraniano para que liberte Tajbakhsh e respeite os direitos humanos daqueles que estão em seu território.
Segundo a agência estatal iraniana “Irna”, Tajbakhsh, que é membro do Instituto Sociedade Aberta, do megainvestidor George Soros, confessou que participou com esta organização da organização de um plano para provocar o que o Irã chama de “revolução de veludo”.
Para a oposição iraniana, o julgamento e as confissões são uma “farsa”.
Em 2007, Tajbakhsh passou quatro meses na prisão acusado de ameaçar a segurança nacional, mas saiu após o pagamento de uma fiança de US$ 100 mil.