O Governo dos EUA aumentou nesta terça-feira a pressão sobre o líder líbio, Muammar Kadafi, e seu regime, ao incluir nas sanções o ministro de Exteriores, Mousa Kousa, e 16 entidades do país, a maioria delas financeiras.
O Departamento do Tesouro incluiu nesta terça-feira na lista negra de sancionados do regime líbio Kousa, após incluir a própria esposa de Kadafi, vários de seus filhos, outros ministros e o chefe da inteligência militar.
As sanções proíbem que os cidadãos e às companhias americanas realizem transações financeiras com estas pessoas e empresas.
As entidades incluídas na lista pertencem ao setor financeiro, do petróleo, aviação, e investimentos.
O Tesouro explicou que a decisão de congelar qualquer ativo de Kousa responde à necessidade de isolar os leais a Kadafi.
Desde o início deste mês, a Líbia está sendo palco de um conflito armado entre o Exército leal a Muammar Kadafi e uma rebelião que tem seu centro na cidade oriental de Benghazi, onde inclusive se instalou um Governo provisório.