Os Estados Unidos não têm “nenhum comentário” sobre o processo apresentado na Espanha contra seis ex-funcionários do Governo de George W. Bush considerados os “responsáveis jurídicos” pela criação da prisão de Guantánamo, website like this em Cuba.
“Neste momento, não tenho nenhum comentário para vocês sobre isto”, declarou o porta-voz-adjunto do Departamento de Estado americano, Gordon Duguid, ao ser perguntado sobre a ação impetrada por advogados em nome da Associação Pró-Dignidade dos Presos e das Presas da Espanha.
Sobre se houve contatos entre o Departamento de Estado e o Ministério de Assuntos Exteriores sobre o processo, o porta-voz disse não ter conhecimento sobre o fato.
“A posição da Administração (do presidente Barack) Obama sobre os assuntos que estão sendo debatidos é bastante clara”, ressaltou.
O presidente americano assegurou que seu Governo não torturará e deu a ordem de fechar a prisão na base naval de Cuba em um prazo de 12 meses.
Atualmente, a Promotoria espanhola estuda a ação apresentada contra Alberto R. Gonzales, principal assessor legal da Casa Branca antes de se tornar procurador-geral dos EUA, e David Addington, William J. Haynes, Douglas Feith, Jay S. Bybee e John Yoo.
O Ministério Público estuda minuciosamente o texto antes de emitir seu relatório sobre a competência da Justiça espanhola.
Os ex-funcionários supostamente “violaram a lei internacional quando forneceram o marco legal que justificou a tortura de prisioneiros” no centro de detenção, localizada na base naval americana de Guantánamo, em Cuba.