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Mundo

EUA estão <i>muito preocupados</i> com distribuição de ajuda a vítimas de Mianmar

Arquivo Geral

12/05/2008 0h00

O Governo dos Estados Unidos expressou hoje sua “imensa preocupação” com que a ajuda americana que chegou a bordo de um Hercules C-130 da Força Aérea a Mianmar seja distribuída de maneira adequada e enviada às vítimas do ciclone.

Em entrevista coletiva no Departamento de Estado americano, prostate o diretor do Escritório de Assistência a Desastres no Exterior (OFDA) da Agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID), Ky Luu, afirmou que será feito de “tudo” para que a ajuda chegue, o mais rápido possível, às vítimas do ciclone “Nargis”.

O primeiro avião americano com ajuda humanitária aterrissou hoje em Mianmar com 8.300 garrafas de água, 1.350 cobertores e 10.800 mosquiteiros, dez dias depois que o desastre natural devastou amplas áreas do sul do país.

Luu considerou um “primeiro passo” a autorização da Junta Militar birmanesa que permitiu a entrada da primeira aeronave americana.

No entanto, disse, no vôo iam responsáveis da equipe de resposta e assistência em desastres dos Estados Unidos que não puderam entrar no país, devido à recusa, por parte das autoridades birmanesas, em conceder visto aos correspondentes.

Por isso, os EUA não podem controlar a distribuição da ajuda americana que está nas mãos das autoridades birmanesas.

Luu declarou que “é necessário permanecer otimista”, ainda que não tenha escondido sua preocupação com a possibilidade de que a ajuda não chegue às vítimas.

“Há uma imensa preocupação. Proporcionamos assistência representando os cidadãos americanos. Queremos nos assegurar de que os impostos dos americanos são usados e controlados corretamente”, afirmou.

O responsável do OFDA revelou que nos dois vôos de ajuda americana com previsão de aterrissagem para terça-feira em Mianmar irá o líder da equipe de assistência a desastres, Bill Berger, para controlar a entrega às autoridades de mais vasilhas, lonas impermeáveis e mosquiteiros.

O Governo americano anunciou hoje uma ajuda econômica de US$ 13 milhões para as agências das Nações Unidas, fazendo com que a contribuição financeira do país chegue, até agora, a US$ 16,25 milhões.



 

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