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EUA começarão a recolher amostras de DNA de cidadãos e imigrantes detidos

Arquivo Geral

17/04/2008 0h00

O Governo dos Estados Unidos começará em breve a recolher amostras de DNA de cidadãos do país que sejam detidos por qualquer crime federal e de estrangeiros e imigrantes que tenham violado a lei americana sem a necessidade de uma condenação de um tribunal, purchase diz hoje a imprensa local.

Segundo o jornal “The Washington Post”, purchase a iniciativa permitirá acrescentar as amostras genéticas de mais de um milhão de pessoas ao ano à já extensa base de dados de DNA do Governo americano, buy more about criada em 1994.

A medida também dará margem a uma prática que até agora se limitava aos recolhimentos de amostras de DNA de pessoas já condenadas por crime federais.

De acordo com o jornal “The Washington Times”, 13 estados americanos já fazem este tipo de trabalho e entregam sua base de dados de DNA ao Governo dos EUA.

O senador republicano Jon Kyl, do estado do Arizona, incentivou a lei – que figura como emenda do Decreto sobre Violência contra Mulheres de 2006 – e disse que a iniciativa era “necessária”, garantindo que “salvará vidas e prevenirá crimes”.

A medida será publicada nos próximos dias no Registro Federal americano. É a primeira vez que uma lei exige o recolhimento de amostras de DNA de pessoas que não sejam cidadãos dos EUA ou residentes permanentes.

Segundo o “The Washington Times”, mais de 870 mil imigrantes ilegais foram detidos nos EUA em 2007, muitos deles identificados como criminosos.

Defensores dos direitos civis advertem que a nova base de dados de DNA extrapola o objetivo pelo qual inicialmente foi concebida.

Além disso, os defensores têm o receio de que pessoas possam ser detidas erroneamente e incluídas na base de dados de DNA sem motivo e de que dados genéticos de detidos que são absolvidos pela Justiça sejam guardados para sempre.

Os defensores dos direitos dos imigrantes, por sua vez, apontam que a maioria dos ilegais é detida por crimes administrativos e não federais.

A iniciativa será aplicada por todas as agências federais que têm autoridade para fazer detenções, desde o FBI (polícia federal americana) até a Patrulha Fronteiriça e o Serviço de Arrecadação de Impostos dos EUA (IRS, em inglês).


 

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