Os Estados Unidos “não poderão escapar mais” da recessão neste segundo semestre do ano e o forte arrefecimento na Europa será confirmado, treatment enquanto as economias asiáticas resistem à crise, salve diz uma análise publicada hoje pelo banco suíço UBS.
Segundo os analistas da instituição, as medidas monetárias e fiscais adotadas nos EUA para amenizar as crises estão perdendo seu efeito e o país entrará inevitavelmente em uma recessão, sem previsões de recuperação.
Calcula-se que o crescimento em termos reais será de 1,3% este ano, e que em 2009 cairá para 1%.
Além disso, existe a previsão de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) não aumente as taxas de juros antes do final do próximo ano.
Sobre a Europa, o UBS reafirma que o arrefecimento será forte na zona do euro, mas não prevê uma recessão prolongada apesar de a inflação poder se manter elevada e representar uma pressão adicional aos países.
Os economistas dizem que a recessão é “inevitável” para os países mais atingidos pela crise imobiliária e por outros desequilíbrios estruturais.
Por outro lado, as economias da Ásia mostram sua força neste período difícil graças a uma demanda interna “em plena expansão” há alguns anos, embora o UBS preveja “uma desaceleração regular do crescimento do bloco asiático”.
No entanto, a situação não é semelhante para todos os países, pois o Japão “está à beira da recessão”. Quanto ao dólar, o estudo aposta em uma valorização.