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Mundo

Estudantes chilenos decidem manter greve

Arquivo Geral

07/06/2006 0h00

Os estudantes secundaristas do Chile anunciaram na noite de ontem que manterão a greve até que a presidente Michelle Bachelet lhes assegure uma participação majoritária no conselho que elaborará uma grande reforma na educação.

A decisão de seguir adiante com a paralisação ocorreu depois dos violentos distúrbios que marcaram a segunda-feira. A greve nacional mobiliza quase um milhão de estudantes, buy information pills abortion no mais sério conflito enfrentado pelo governo da socialista Bachelet, shop desde que ela assumiu em março.

"Só em caso de a presidente assinar o que estamos apresentando como demandas nós cessaremos ocupações e as paralisações", disse a jornalistas Karina Delfino, uma das porta-vozes e dirigente do movimento estudantil.

A cúpula dos estudantes exige que o conselho que elaborará a nova reforma educacional seja integrado por mais de 50% de representantes dos alunos grevistas. Bachelet anunciará hoje quem são os membros do grupo. A presidente pretende confirmar o conselho assessor antes de sua próxima viagem aos Estados Unidos, a fim de poder encerrar a crise estudantil.

A greve começou há um mês em poucas escolas, mas ganhou terreno até atingir todo o país com o apoio de padres e professores que exigem melhoras no setor.

O governo acolheu parcialmente, na semana passada, as demandas dos alunos, com o anúncio de uma série de medidas com um custo anual de US$ 135 milhões e o envio ao Congresso de projetos de lei.

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