Em comunicado divulgado no site da 5ª Frota da Marinha de Guerra dos EUA, as Forças Marítimas Combinadas (FMC) recomendam aos marinheiros que não usem as rotas onde ocorreram ataques a embarcações e tomem medidas como viajar na “maior velocidade possível nas áreas em que a ameaça é elevada”.
Durante a temporada de monções, o mar agitado no litoral da Somália diminuiu o número de ataques de piratas aos navios que transitam pela região.
As FMC, com sede no Barein, também disseram aos navios que usem o corredor internacional quando passarem pelo Golfo de Áden, que está sendo vigiado por embarcações da União Europeia (UE), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e de forças navais independentes (China, Rússia, Índia e Malásia).
“Prometemos dar continuidade à cooperação internacional e deter o aumento da pirataria”, diz na nota o comandante americano Scott Sanders, da Força Combinada 151, integrada às FMC.
Segundo Sanders, “manter a cooperação na segurança do Golfo de Áden e do litoral da Somália é fundamental para o sucesso do combate à pirataria”.
Apesar de mais de 30 navios e aviões de 17 nacionalidades patrulharem as águas do litoral somali, as FMC disseram que talvez eles não sejam capazes de se aproximar o suficiente dos navios que precisarem de ajuda.