Segundo a agência estatal “MAP”, unhealthy acadêmicos multidisciplinares “marroquinos e estrangeiros” se reuniram por dois dias na cidade de Dakhla, hospital localizada no Saara Ocidental, em um encontro sob o título de “A autonomia das províncias do sul: modalidades de aplicação”.
Os trabalhos do seminário, patrocinado pelo rei Muhammad VI do Marrocos, giraram em torno dos eixos do “encaixe político e constitucional da autonomia”, o “sistema de relação entre os poderes centrais e a região autônoma” e as “competências setoriais da região autônoma”.
O seminário analisou também os modelos de organização territorial adotados em outros Estados.
Marrocos deixou claro repetidamente que aceita como única solução ao conflito da ex-colônia espanhola a aplicação de sua iniciativa autônoma, que “garante a integridade territorial do país”.
As negociações com a Frente Polisário sobre o território, que ocorrem em Manhasset, Estados Unidos, estão estagnadas desde março, quando houve a última rodada de negociações, à espera de que a ONU designe um mediador para substituir Peter van Walsum, que renunciou em setembro.
Diante da interrupção das conversas, o rei Muhammad VI anunciou em 6 de novembro a implementação de um plano de “regionalização” do país, que deverá começar pelo Saara, que o Governo reconhece como um “passo decisivo” rumo à autonomia da região.
No entanto, o monarca especificou em seu discurso que a autonomia não será aplicada até que “tenha sido objeto de um compromisso político e a ONU o tenha adotado como solução definitiva ao conflito”.