Um relatório publicado pelo centro libanês SKeyes para a Liberdade da imprensa no Oriente Médio denuncia uma grande deterioração da liberdade de informação no Líbano e na Síria em 2008.
O texto, shop que a imprensa libanesa comentou hoje, capsule afirma que no Líbano membros do Hisbolá fecharam, approved sob a ameaça das armas, a TV e o jornal Al-Mustaqbal e a Rádio Oriente (da família Hariri) entre os dias 7 e 12 de maio.
Além disso, nessas datas atacaram os escritórios do jornal Al-Liwaa e da revista Al-Chiraa, e prenderam jornalistas da rede Al-Arabiya.
Por outro lado, o documento deplora a agressão por “partidários do Governo e da oposição de vários jornalistas, entre eles Patricia Joder, Wadid Chlink, Ahmad al-Assad e Mustafa Assi”.
“Nenhum autor destes atos foi processado, o que encoraja que este tipo de atuação se repita”, acrescenta o relatório, que afirma que também não o foram os assassinos em 2005 do então diretor do jornal Al-Nahr, Gebran Tueni, ou os do cronista do mesmo veículo Samir Kassir.
O centro SKeyes, criado pela Fundação Samir Kassir, também lamenta “a limitação de periódicos políticos no Líbano por causa das somas astronômicas que se deve pagar para obter uma licença, o que faz com que haja um monopólio sobre os jornais, apesar de sua pluralidade”.
Com relação à Síria, o centro SKeyes afirmou que “uma patrulha das forças de segurança assassinaram o correspondente do Observatório sírio dos Direitos do Homem Sami Maatouk” e abriram fogo contra jornalistas de vários sites da internet, como Carma Youssef, que fotografava as festividades do Nuruz.
Também denunciou as torturas “selvagens” contra jornalistas jovens e as penas judiciais emitidas contra vários escritores e jornalistas sírios que assinaram a Declaração de Damasco, na qual se pedia a introdução de reformas democráticas no país.
Por outro lado, o texto denuncia atos similares na Palestina, onde “as forças de ocupação israelenses abriram fogo e incendiaram as casas de vários jornalistas, e mataram quatro deles”, e na Jordânia, onde vários profissionais da informação foram presos no ano passado.