Menu
Mundo

Entidade diz que 28 jornalistas foram assassinados em seis meses no mundo

Arquivo Geral

01/06/2008 0h00


Vinte e oito jornalistas foram assassinados no mundo desde novembro do ano passado, cialis 40mg nove deles no Iraque, order país que continua sendo o mais perigoso para esta profissão, afirma a Associação Mundial de Jornais (WAN) em seu relatório semestral sobre a liberdade de imprensa divulgado hoje.

“A liberdade de imprensa está gravemente ameaçada”, especialmente devido à corrupção na “América Latina, aos regimes autocráticos no Oriente Médio, aos conflitos na África, aos Governos hostis na Ásia, e às ameaças de mortes e perseguição judicial na Ásia Central e na Europa”, diz o documento.

O relatório foi divulgado às vésperas do início do Congresso Mundial de Jornais e do Fórum Mundial de Editores, na Suécia.

O texto diz que a América Latina “se destaca por uma falta total de respeito com os jornalistas”. Segundo a entidade, quatro profissionais do ramo foram assassinados na região e muitos foram “atacados e ameaçados” nos últimos seis meses.

A WAN cita também o Oriente Médio e o norte da África, regiões onde nove jornalistas foram assassinados e que, segundo a associação, têm “numerosos retrocessos” na liberdade de imprensa, devido, sobretudo, a “regimes autocráticos” que calam as opiniões independentes.

Em toda a região, acrescenta o relatório, blogueiros protagonizam uma luta sem descanso para divulgar as informações censuradas pela mídia governamental.

O texto fala também da Ásia, onde 11 jornalistas foram assassinados nos últimos seis meses. A WAN denuncia que em todo o continente a imprensa independente segue enfrentando uma série de obstáculos e, sobretudo, são vítimas de “Governos hostis e de conflitos internos”.


 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado