Menu
Mundo

Em meio a confusão, presidente equatoriano deixa hospital

Arquivo Geral

01/10/2010 8h12

Forças militares libertaram nesta quinta-feira o presidente do Equador, Rafael Correa, após um confronto contra os policiais rebelados que o mantinham refugiado em um hospital.

 

Correa deixou o hospital e foi levado ao Palácio de Carondelet, a sede do Executivo, onde era esperado por alguns ministros. Em seguida, se dirigiu a centenas de seus partidários reunidos junto ao edifício.

O presidente foi retirado do hospital após um tiroteio de mais de meia hora, e afirmou que houve pelo menos uma morte por conta do conflito.

Imagens de televisão mostraram um homem ferido, mas a imprensa ainda não sabe informar se era um policial ou um militar.

Segundo pôde constatar a agência Efe, duas pessoas ficaram feridas nos arredores do hospital, de onde os militares evacuaram os civis após o resgate do presidente.

Antes do início do tiroteio, grupos de militares, que estavam em um local afastado, se aproximaram em caminhões ao Hospital da Polícia Nacional, e imediatamente começou a troca de tiros.

Correa estava no terceiro piso do edifício, onde passou todo o dia. Com ele estavam homens do Grupo de Operações Especiais (GOE), um corpo de Polícia que se manteve leal ao Governo.

O ataque aconteceu depois do fracasso das negociações do Governo com os rebeldes para que libertassem Correa, mantidas durante todo o dia, segundo disse à Efe o ministro da Defesa, Javier Ponce.

O ministro indicou que o Governo não tinha nenhuma intenção de ceder às reivindicações dos policiais, que protestam contra uma redução de seus benefícios salariais prevista em projeto de lei.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado