O seqüestro de onze turistas europeus no sul do Egito aconteceu na sexta-feira passada, page mas a informação só veio à tona hoje, segundo fontes oficiais.
O ministro de Turismo egípcio, Zoheir Garana, disse à Agência Efe que só se soube do caso depois que o dono da agência de turismo que levava o grupo e está entre os reféns avisou hoje a esposa por telefone.
Os turistas europeus são cinco italianos, cinco alemães e um romeno, pelos quais os seqüestradores pediram um resgate de valor desconhecido, segundo o ministro.
O ministro acrescentou que o fato aconteceu quando os turistas e seus acompanhantes egípcios faziam uma excursão pela zona de Kark Talj, na província de Wadi al-Gadid, uma área remota do deserto sudoeste do Egito.
De acordo com a agência oficial egípcia “Mena”, o grupo de seqüestradores levou os reféns para o vizinho Sudão, mas nem o ministro nem a “Mena” puderam precisar se já estão nesse país ou ainda em território egípcio.
A princípio, havia informações de que no mesmo grupo havia quatro egípcios que acompanhavam os turistas, mas a “Mena” e a televisão egípcia sustentam que os cidadãos do Egito são oito.
Seriam dois guias, quatro motoristas, um agente de segurança e o dono da companhia turística que levava o grupo.
De acordo com a agência oficial egípcia, os seqüestradores, que estavam encapuzados, levaram aos reféns após ameaçá-los com armas.