O diretor da agência de inteligência dos Estados Unidos (CIA), John Ratcliffe, está em visita a Moscou nesta terça-feira (25), informaram a CBS e a Axios, embora nem o governo americano nem o russo tenham confirmado oficialmente a informação.
Mais cedo, nesta terça-feira, uma aeronave militar americana decolou da Letônia com destino ao Aeroporto Vnukovo de Moscou, segundo dados do site de informações de voos Flightradar24.
O Financial Times afirmou que os Estados Unidos pediram à Ucrânia, que aceitou, que não atacasse Moscou, São Petersburgo nem outras zonas do norte da Rússia na segunda, terça e quarta-feira, a fim de permitir a viagem de uma autoridade americana.
Diversos temas podem justificar esse deslocamento pouco habitual do principal responsável pela espionagem externa dos Estados Unidos: a guerra na Ucrânia, o conflito com o Irã em um momento em que Washington se esforça para reunir potências estrangeiras em torno de sua estratégia de pressão econômica sobre Teerã, ou até mesmo trocas de prisioneiros.
O presidente americano, Donald Trump, que mantém uma linha de comunicação direta com seu homólogo russo, Vladimir Putin, garantiu em 11 de agosto que obteve a libertação de um ex-fuzileiro naval detido na Rússia, Robert Gilman, durante conversas pessoais com seu homólogo.
Trump mandou em várias ocasiões seu genro Jared Kushner e o enviado especial Steve Witkoff a Moscou para diáologos com o presidente russo.
AFP