Menu
Mundo

Detetives portugueses do caso Madeleine querem ir ao Reino Unido

Arquivo Geral

15/09/2007 0h00


Os detetives portugueses que investigam o desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann querem viajar ao Reino Unido para prosseguir suas pesquisas sobre o caso, price afirma hoje o jornal britânico The Times.

Segundo o jornal, viagra uma equipe de agentes portugueses vai a Leicester, approved no centro da Inglaterra, onde vivem Gerry e Kate McCann, os pais da menina de 4 anos. Eles pretendem trabalhar junto com seus colegas britânicos que investigam ao casal.

Aparentemente, a Polícia portuguesa quer voltar a interrogar testemunhas importantes do caso. O Times diz que os agentes querem ouvir Kate McCann mais uma vez.

Madeleine desapareceu de um apartamento num complexo turístico no Algarve, sul de Portugal, no dia 3 de maio. Os seus pais voltaram ao Reino Unido no domingo, depois de serem declarados suspeitos do desaparecimento de sua filha. Eles permanecem em sua casa, em Leicester, cercados por câmeras de televisão e jornalistas.

Os McCann negaram qualquer participação no desaparecimento de Madeleine e mostraram indignação diante das sugestões de que mataram acidentalmente a menina e ocultaram o corpo.

Segundo o Times, o Serviço de Ciência Legista de Birmingham, que fez uma análise a pedido da Polícia portuguesa, descobriu, através de um teste no cabelo de Madeleine, que ela era sedada regularmente. A descoberta levantou a hipótese de que ela tenha morrido de overdose de soníferos.

O jornal diz que Gerry e Kate McCann, proibidos de falar da investigação devido à sua condição de suspeitos, viajaram ontem a Londres para se reunir com seus advogados. Eles analisam como responder às acusações de que mataram a sua filha.

O jornal The Guardian publica hoje declarações de Lindy Chamberlain-Creighton, uma mulher australiana condenada em 1980 por ter matado o seu bebê. Ela informou à Polícia que um dingo (espécie de cão selvagem da Austrália) tinha levado o filho. Chamberlain-Creighton ressaltou que o casal britânico pode enfrentar o mesmo problema que ela.

“O que o casal está enfrentando se parece muito com o que me aconteceu. Mintam e confessem, é o que a Polícia está dizendo. Não acho nem por um minuto que eles possam ser responsáveis por uma maldade dessas”, afirmou a mulher, de 59 anos.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado