O exército israelense intensificou os bombardeios aéreos e ampliou as operações terrestres no enclave após quebrar, em meados de março, uma trégua de quase dois meses na guerra contra o movimento palestino Hamas.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, garantiu que a pressão militar é a única maneira de obrigar o Hamas a entregar os reféns.
Durante o ataque do movimento islamista contra Israel, m 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza, os militantes islamistas sequestraram 251 pessoas, das quais 58 ainda estão em cativeiro, 34 delas mortas, segundo o exército israelense.
“Acredito que podemos trazer nossos reféns para casa sem nos render às imposições do Hamas”, afirmou Netanyahu neste sábado, em seus primeiros comentários desde que o Hamas, que busca um fim permanente da guerra de Gaza, rejeitou uma nova proposta de trégua de Israel.
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