A declaração final do encontro recolhe o compromisso das partes de aumentar sua relação e de trabalhar pelo cumprimento dos objetivos comuns.
Como novidade, a Cúpula abriu o caminho para a criação de uma Fundação permanente para “estimular” e “aumentar a visibilidade” da cooperação entre os países destas regiões.
Além disso, o texto incluiu o lançamento de um programa conjunto contra a mudança climática, batizado de “Euroclima”, que permitirá compartilhar conhecimentos e coordenar as ações contra o aquecimento global.
No entanto, na luta com a pobreza e a exclusão social, o documento se limitou a declarações de boas intenções, apesar da sensível situação da América Latina, uma região com mais de 200 milhões de pobres, e que não conseguiu reduzir os níveis de exclusão social.