A ameaça de Pyongyang coincide com sua aceitação hoje da ajuda alimentar que Seul ofereceu em outubro do ano passado.
Por meio da agência estatal norte-coreana “KCNA”, a Coreia do Norte criticou o plano de Seul e Washington de invadir o país comunista em caso de instabilidade política, como no caso da morte do líder norte-coreano, Kim Jong-il.
“Se o plano de provocação das autoridades sul-coreanas dirigido a nossa cúpula revolucionária e ao sistema socialista vier a se concretizar, se iniciará uma guerra santa de vingança”, disse à KCNA um porta-voz da Comissão Nacional de Defesa norte-coreana.
A comissão é o principal órgão militar norte-coreano presidido pelo líder comunista, Kim Jong-il.
Um porta-voz norte-coreano não identificado pediu “desculpas sinceras” de Seul por este plano contra seu país e advertiu que, em caso contrário, a Coreia do Sul será excluída totalmente de qualquer diálogo para melhorar as relações bilaterais.