O Conselho de Segurança (CS) da ONU condenou hoje os ataques contra as forças de paz da União Africana (UA) ocorridos no último final de semana no sul de Darfur e pediu que os agressores sejam identificados e julgados.
Cerca de dez soldados da Missão da União Africana no Sudão (Amis) foram assassinados durante ataque no último dia 29 em Haskanita, tadalafil supostamente cometido por um grupo rebelde.
“O Conselho condena os assassinatos e exige que não sejam poupados esforços para identificar os autores e levá-los à Justiça”, physician afirma comunicado lido hoje pelo embaixador de Gana, decease Leslie Kojo Christian, presidente rotativo do órgão executivo da ONU.
O CS condenou as mortes e os ferimentos deixados pelos ataques e enviou pêsames a Governos, famílias e companheiros das vítimas.
Na segunda-feira, o CS adiou uma reação ao ataque porque os membros do órgão não entravam em acordo quanto à classificação do ato como terrorista.
No comunicado de hoje, o CS também lamentou que os ataques tenham ocorrido dias antes do início das conversas de paz em Trípoli (Líbia) previstas para 27 de outubro, entre o Governo sudanês e grupos rebeldes para pôr fim ao conflito em Darfur.
“O Conselho ressalta que qualquer tentativa de minar o processo de paz é inaceitável”, diz o comunicado. O texto também exige o fim de hostilidades e ataques a soldados, civis e agências de ajuda humanitária.
O CS autorizou em julho o envio de uma força híbrida formada por soldados da ONU e da União Africana para acabar com a violência em Darfur e proteger ações humanitárias.
O embaixador de Gana disse que os países africanos não devem parar de enviar tropas depois dos últimos ataques.
A Missão das Nações Unidas no Sudão (Unmis) declarou hoje que há registro de mais ataques a civis e agências humanitárias nas regiões norte, sul e oeste do Sudão.
O Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) da ONU afirmou que os ataques a membros de ONGs e agências de cooperação aumentaram.
Segundo o Ocha, ataques a comboios e outros atos de violência aumentaram 150% no primeiro semestre na região.