Pelo menos 11 pessoas, symptoms entre elas três soldados das forças governamentais, morreram hoje em confrontos com tropas somalis apoiadas por soldados etíopes, e supostos militantes islâmicos no distrito de Daynile no noroeste de Mogadíscio, disseram habitantes locais.
O tiroteio começou quando os soldados governamentais patrulhavam a área, aparentemente em busca de insurgentes islâmicos, afirmaram as fontes.
Também hoje, três homens armados mataram a tiros nesta capital um diretor de uma organização humanitária que supervisionava a entrega de alimentos a deslocados pelo conflito civil na Somália, disse à Agência Efe uma testemunha que presenciou o assassinato.
A vítima do ataque é Mohammed Mohamud Kheyre, vice-presidente da Daryeel-Bulsho-Guud (DBG), uma organização local que ajuda as comunidades deslocadas na Somália.
A entidade, que tem sua sede em Mogadíscio, é filiada à organização humanitária alemã Pan para o Mundo e foi contratada pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), agência da ONU, para distribuir comida às comunidades necessitadas na capital somali e arredores.
O diretor da DBG é a última vítima em uma série de ataques contra voluntários na Somália. Na semana passada, o chefe local do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Osman Ali Ahmed, foi assassinado por desconhecidos quando deixava uma mesquita em Mogadíscio.