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Comissária européia insiste em integração da UE com A. Latina e Caribe

Arquivo Geral

15/05/2008 0h00

A comissária européia de Relações Exteriores, page Benita Ferrero-Waldner, cialis 40mg ressaltou hoje o “apoio decidido” da União Européia (UE) à integração regional da América Latina e do Caribe, check porque “isto se traduz em prosperidade”.

A afirmação foi feita durante discurso perante a 2ª Cúpula Empresarial América Latina-Caribe-União Européia (EU-LAC, em inglês).

Poucos antes, o presidente peruano, Alan García, havia defendido o direito de ter pontos de vista diferentes e velocidades distintas de negociação com a UE dentro da Comunidade Andina (CAN), bloco formado por Bolívia, Colômbia, Equador e Peru.

Os poucos avanços nas negociações da UE com o Mercosul, a CAN e os países da América Central em prol de acordos de associação estão levando algumas nações, como Colômbia e Peru, a cogitar negociar separadamente um tratado de livre-comércio com o bloco europeu, mas a União Européia insiste em tratar com blocos regionais.

Ferrero-Waldner pediu que os empresários presentes no fórum levem a seus Governos a mensagem de que a integração regional produz benefícios, e citou um estudo segundo o qual este sistema na Europa criou um crescimento adicional de 5% do Produto Interno Bruto (PIB).

As negociações regionais, que a comissária confiou em ver impulsionadas na 5ª Cúpula América Latina-Caribe-União Européia (EU-LAC) que começa nesta sexta-feira em Lima e que serão encerradas em 2009, contribuirão ainda para aumentar e melhorar os investimentos estrangeiros.

“Tenho consciência de que pode ter havido abusos por parte de certos investidores, mas tenho certeza de que o investimento estrangeiro bem administrado é chave no desenvolvimento econômico de um país”, disse.

Quanto à responsabilidade do setor privado perante a sociedade, a comissária lembrou aos empresários que a coesão social é “um dos principais desafios” da América Latina e do Caribe, que é “uma das regiões menos igualitárias do mundo”.

Ela ressaltou que a UE é o principal fornecedor de ajuda ao desenvolvimento na região, à qual vai destinar 2,6 bilhões de euros nos próximos cinco anos, mas também pediu “responsabilidade” das empresas privadas, tanto nesta questão quanto na ambiental.

“A coesão social não é simplesmente uma questão ética ou de eficácia econômica, mas a expressão de um contrato social baseado na solidariedade e no humanismo, valores básicos que ambas as regiões compartilham e sem os quais a prosperidade e a estabilidade são ilusórios”, advertiu a comissária.



 

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