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Combates entre tropas paquistanesas e talibãs matam 70 pessoas

Arquivo Geral

18/01/2008 0h00

Pelo menos 70 talibãs morreram hoje em combates com as tropas paquistanesas na conflituosa região do Waziristão do Sul, sildenafil perto da fronteira afegã, assegurou hoje o Exército em comunicado.

Um comboio militar foi atacado por um grupo de insurgentes em uma estrada que conduz a Wana, capital do Waziristão do Sul, e as tropas responderam, matando entre 20 e 30 combatentes, segundo a nota.

Quatro membros das forças de segurança ficaram feridos e dois veículos militares foram danificados, segundo o Exército.

Cerca de 50 a 60 talibãs também morreram hoje enquanto estavam em torno do forte militar de Ladha, no momento em que as tropas atacaram os islâmicos, segundo o exército.

Os demais fundamentalistas fugiram, e não foi registrada nenhuma vítima entre as tropas paquistanesas.

O Exército do Paquistão tinha assegurado, previamente, que oito talibãs morreram ontem nas proximidades do forte militar de Sipla Toi – região do Waziristão do Sul – que os insurgentes asseguraram ter tomado.

Um comunicado militar negou o acontecimento e assegurou que ainda há tropas no forte.

O Exército também informou que seus helicópteros de combate intervieram contra dois veículos que se aproximaram do forte de Sipla Toi, o segundo atacado pelos talibãs paquistaneses esta semana.

Na região, atua a milícia do líder tribal Baitullah Mehsud, acusado, pelo Governo, do atentado contra a opositora Benazir Bhutto.

Um porta-voz de Mehsud, citado hoje pelo jornal “The News”, telefonou ontem à redação para anunciar a tomada do forte de Sipla Toi, cujos 60 ocupantes foram supostamente libertados pelos talibãs após se renderem sem oferecer resistência ao ataque.

O porta-voz insurgente anunciou que as forças de Mehsud se dispõem agora a invadir um terceiro forte, o de Serkawai.

Os talibãs tomaram o forte de Sararogha no último dia 15, onde morreram 20 soldados que ofereceram resistência ao ataque.

O Exército informou ontem que os insurgentes se retiraram do forte – onde, segundo a versão oficial, morreram 40 talibãs – embora não tenha sido mais ocupado por soldados.

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