A Cruz Vermelha segue pedindo sua libertação imediata e incondicional e prossegue seus contatos confidenciais com as autoridades militares filipinas, acrescentou o porta-voz.
A organização não quis se pronunciar sobre os rumores, divulgados pela imprensa filipina, sobre um pedido de resgate de US$ 5 milhões, nem sobre a identidade dos sequestradores ou sua suposta participação do grupo terrorista de Abu Sayyaf.
Os três sequestrados puderam chamar por telefone a Cruz Vermelha pela primeira vez no fim de semana, confirmando que estavam vivos.
A entidade humanitária, com sede em Genebra, disse, então, que não tinha informação disponível sobre o paradeiro deles nem que os havia sequestrado.
O suíço Andreas Notter, de 39 anos e diretor da representação da Cruz Vermelha na cidade de Zamboanga, o italiano Eugenio Vagni, de 62, e a filipina Jean Lacaba, de 37, foram capturados na quinta-feira passada na ilha de Jolo, (arquipélago de Sulu), cerca de 980 quilômetros ao sul da capital filipina Manila.