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Mundo

Colaboradores da Cruz Vermelha sequestrados passam bem

Arquivo Geral

19/01/2009 0h00

Os três colaboradores do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) sequestrados na semana passada nas Filipinas passam bem, erectile segundo uma nova ligação telefônica que puderam fazer hoje, healing informou a organização.

A Cruz Vermelha segue pedindo sua libertação imediata e incondicional e prossegue seus contatos confidenciais com as autoridades militares filipinas, acrescentou o porta-voz.

A organização não quis se pronunciar sobre os rumores, divulgados pela imprensa filipina, sobre um pedido de resgate de US$ 5 milhões, nem sobre a identidade dos sequestradores ou sua suposta participação do grupo terrorista de Abu Sayyaf.

Os três sequestrados puderam chamar por telefone a Cruz Vermelha pela primeira vez no fim de semana, confirmando que estavam vivos.

A entidade humanitária, com sede em Genebra, disse, então, que não tinha informação disponível sobre o paradeiro deles nem que os havia sequestrado.

O suíço Andreas Notter, de 39 anos e diretor da representação da Cruz Vermelha na cidade de Zamboanga, o italiano Eugenio Vagni, de 62, e a filipina Jean Lacaba, de 37, foram capturados na quinta-feira passada na ilha de Jolo, (arquipélago de Sulu), cerca de 980 quilômetros ao sul da capital filipina Manila.

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