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Clear Channel será vendida a bancos por US$ 17,9 bilhões

Arquivo Geral

14/05/2008 0h00

A Clear Channel Communications, sildenafil a maior empresa de estações de rádio dos Estados Unidos, anunciou hoje que chegou a um acordo com os bancos que financiam a operação para ser adquirida por US$ 17,9 bilhões, 8,2% a menos do que o previsto inicialmente.

A aquisição da Clear Channel por um grupo de investidores liderado pela Thomas H. Lee e Bain Capital estava suspensa pelas reservas de seis bancos (Citigroup, Deutsche Bank, Morgan Stanley, Credit Suisse, Royal Bank of Scotland e Wachovia).

As instituições financeiras temiam financiar a operação ao preço estipulado inicialmente após a deterioração do mercado de crédito nos EUA.

Em 13 de fevereiro, o Departamento de Justiça americano autorizou a venda da empresa por US$ 19,5 bilhões, com a condição de que se desligasse de suas estações de rádio em Cincinnati (Ohio), Houston (Texas), Las Vegas (Nevada) e San Francisco (Califórnia).

No ano passado, os investidores tinham se comprometido a pagar US$ 39,20 por ação, após aumentar sua oferta inicial de US$ 37,60.

Após a recusa dos bancos em financiar a aquisição nos termos estipulados inicialmente, a Clear Channel apresentou um requerimento aos tribunais de Nova York e de Bexar County (Texas) para evitar que as instituições financeiras bloqueassem a operação ou impusessem novas condições.

Na terça-feira à noite, a Clear Channel chegou a um acordo com os bancos para ser comprada por US$ 17,9 bilhões (US$ 36 por ação), 8,2% s menos do que os US$ 19,5 bilhões e US$ 39,20 por título estipulados inicialmente.

Segundo os termos do acordo, seus acionistas receberão US$ 36 por cada título que possuírem.

O Conselho de Administração da companhia, com sede em San Antonio (Texas), aprovou por unanimidade os termos do acordo e recomendou aos acionistas dar sinal verde à operação, que acreditam que deve estar concluída no terceiro trimestre.

A Thomas H. Lee é uma firma de capital privado dedicada a investir em empresas em desenvolvimento, enquanto a Bain Capital se concentra em investimentos de risco e gestão de ativos públicos e privados.



 

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