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Mundo

Chuva no casamento de William e Kate

Arquivo Geral

26/04/2011 12h43

 

Após um mês de tempo seco e temperaturas agradáveis que fizeram soar os alarmes de poluição em Londres, a chuva poderá voltar justamente nesta sexta-feira no dia do casamento do príncipe William, o evento mais esperado do ano.

 

Informações do Serviço de Meteorologia preveem fortes chuvas e, inclusive, raios para esta sexta-feira, o que coloca os guarda-chuvas como itens indispensáveis no figurino de quem pretende assistir ao casamento do príncipe William e Kate Middleton, e até mesmo pode gerar mudanças de última hora no planejamento do próprio casal.

 

Em um país em que o tempo é sempre imprevisível, os responsáveis pela organização do casamento não estão preocupados porque têm tudo sob controle para o caso de uma forte chuva.

 

Está previsto que William e Kate, uma vez casados, façam o percurso da Abadia de Westminster ao Palácio de Buckingham na carruagem aberta State Landau, construída para o rei Eduardo VII em 1902. Se chover, no entanto, não há com o que se preocupar porque o que não falta à Família Real britânica são carruagens.

 

O casal pode optar ainda pela Glass Coach, uma carruagem de 1881 para o prefeito da City de Londres (centro financeiro), mas que em 1911 passou a ser utilizada pela Família Real.

 

William e Kate, no entanto, também não terão problemas para chegar ao templo, já que o príncipe irá num luxuoso automóvel a partir da Clarence House, residência do príncipe Charles, enquanto sua prometida o fará em um veículo a partir do hotel Goring.

 

A grande incógnita será a saudação final do casal a partir do balcão do Palácio de Buckingham, já que não é possível construir uma marquise, por isso que não está descartado – se as chuvas forem torrenciais – que os recém-casados abram guarda-chuvas para saudar os súditos.

 

“Caberá a eles decidir no dia se querem usar guarda-chuvas. Não faz sentido preocupar-se com situações que estão fora de controle até o dia”, disse uma fonte da Família Real.

 

Segundo os organizadores, a saudação do balcão não será modificada porque a atividade final do evento será o voo rasante de vários aviões da Real Força Aérea britânica (RAF) sobre a residência oficial da rainha Elizabeth II. Nessa solenidade serão utilizados aviões de guerra: um Lancaster, um Hurricane, um Spitfire, dois Tornado GR4 e dois Typhoons.

 

A previsão do tempo é, além de chuva, de temperatura de 19 graus centígrados, pouco acima do normal para este época do ano, e de uma brisa fresca de nordeste.

 

A três dias do evento mais esperado do ano, o espírito do casamento já invade as ruas britânicas, com bandeiras penduradas em lojas, pubs e restaurantes, além de cartazes com as fotos de William e Kate e felicitações para o casal.

 

Como já era de esperar neste país, um britânico vestido com o tradicional traje da “Union Jack” (a bandeira do Reino Unido) e um chapéu com a insígnia nacional se instalou em frente à Abadia de Westminster para ter a melhor visão do casamento.

 

Trata-se de John Loughrey, que não pensa em sair do local até o dia do casamento, e se transformou, dessa maneira, no primeiro espectador a ocupar um espaço.

 

Loughrey confessou nesta terça-feira aos jornalistas que é um grande admirador de Diana de Gales, mãe de William.

 

“Sempre fui leal à Família Real. Acho que é bom para o Reino Unido e para o turismo. A monarquia está presente há mais de 1 mil anos e traz uma grande contribuição ao país”, disse.

 

Na sua opinião, William e Kate ficarão juntos “para sempre”, porque ” tiveram tempo para amadurecer a ideia do casamento, ao contrário da princesa (Diana), que casou-se muito jovem, aos 20 anos”.

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