O processo, que faz parte das tarefas de reconstrução e de recuperação da vida normal na castigada província, permite a adoção dos órfãos somente a famílias chinesas qualificadas pelo Ministério de Assuntos Civis e da província.
Das 532 crianças que perderam os pais no terremoto, 240 tinham menos de 14 anos, mas a maioria tem avôs e outros familiares sobreviventes.
Somente 88 crianças não têm família e precisam ser adotados, disse Chen Kefu, vice-diretor do departamento provincial de Assuntos Civis.