O subcomissário Andy Hayman, viagra dosage chefe das operações antiterroristas da Scotland Yard, ampoule renunciou hoje, view em meio às críticas recebidas pela morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, baleado por agentes que o confundiram com um terrorista.
Hayman, diretor da unidade de operações especiais da Scotland Yard, que inclui a brigada antiterrorista, afirmou que deixa o cargo com efeito imediato e que se retira da corporação policial.
“Nas últimas semanas, ocorreram vazamentos e acusações sem fundamento sobre mim que neguei e continuarei negando contundentemente”, explicou o subcomissário.
Ele referia-se a informações divulgadas em novembro que falavam que o subcomissário seria investigado em relação a determinadas despesas e viagens ao exterior acompanhado por uma sargento.
O policial ressaltou que “é o momento adequado” para deixar o cargo, após essas “dolorosas” acusações, apesar de já estar na corda bamba devido a sua conduta no “caso Jean Charles”.
O brasileiro morreu aos 27 anos, baleado por agentes da brigada antiterrorista de Scotland Yard, em 22 de julho de 2005, na estação de metrô de Stockwell, no sul de Londres.
Os policiais confundiram Jean Charles com um dos terroristas que cometeram os atentados fracassados da véspera contra três estações de metrô e um ônibus urbano da capital.
Em agosto, uma investigação acusou Hayman de mentir à opinião pública ao não informar a tempo seus superiores, entre eles o comissário-chefe da Scotland Yard, Ian Blair, de que tinham matado um inocente.
Segundo a investigação da Comissão Independente de Queixas à Polícia (IPCC), o comportamento de Hayman “conduziu a uma informação incorreta ou enganosa divulgada pela Polícia”.
Hayman também ocultou dados a Ian Blair “de forma deliberada”, segundo as conclusões da IPCC.
Em junho de 2006, o subcomissário teve que se desculpar por uma operação antiterrorista em Forest Gate, no leste de Londres, na qual seus agentes atiraram em um homem inocente.