“Acabo de conversar com Sarkozy. Disse-lhe que, apesar de tudo, vou tentar seguir para fazer o possível para a libertação não só de Ingrid Betancourt, mas de todas as pessoas que estão em mãos das Farc”, manifestou Chávez.
“Continuaremos tratando de fazer contato com as Farc para tentar refazer o caminho a favor da liberdade dos reféns da guerrilha e pela paz na Colômbia”, destacou.
Em um discurso, ao lado do primeiro-ministro português, José Sócrates, com o qual visitou hoje a Faixa petrolífera do Orinoco, o presidente venezuelano comentou que falou por telefone com Sarkozy a partir de uma das instalações petrolíferas.
“Por telefone não se pode falar muito, estão nos procurando”, acrescentou Chávez, em alusão a uma suposta vigilância, que não identificou, mas que em outras ocasiões atribuiu aos EUA.