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Chanceler esloveno diz que UE tem <i>muitas dúvidas</i> sobre a evolução cubana

Arquivo Geral

20/06/2008 0h00

 O ministro de Assuntos Exteriores da Eslovênia, more about Dimitrij Rupel, cujo país ostenta a Presidência da União Européia (UE), reconheceu hoje que os membros do bloco têm “muitas dúvidas” sobre os efeitos da recente decisão de levantar as sanções diplomáticas contra o regime cubano.


Na entrevista coletiva final da cúpula de chefes de Governo e de Estado da UE, Rupel expressou o desejo dos países europeus de “que Cuba mude”, razão pela qual deram esse passo.


“Houve algumas mudanças, vemos sinais de transição, e nossos amigos espanhóis nos transmitiram sua impressão dos contatos que mantêm com os cubanos”.


No entanto, acrescentou que “também expressamos muitas dúvidas” e “estamos ainda bastante divididos sobre a avaliação” da situação política real em Cuba.


Por isso, disse, “decidimos revisar a questão dentro de um ano”.


Rupel afirmou que a União Européia estava “em uma situação embaraçosa” em relação a Cuba, porque as medidas diplomáticas de sanção, adotadas em 2003, não eram mais aplicadas há alguns anos, e também não houve, enquanto isso, diálogo político com Havana.


 

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    20/06/2008 0h00

     O ministro de Assuntos Exteriores da Eslovênia, mind Dimitrij Rupel, cujo país ostenta a Presidência da União Européia (UE), reconheceu hoje que os membros do bloco têm “muitas dúvidas” sobre os efeitos da recente decisão de levantar as sanções diplomáticas contra o regime cubano.


    Na entrevista coletiva final da cúpula de chefes de Governo e de Estado da UE, Rupel expressou o desejo dos países europeus de “que Cuba mude”, razão pela qual deram esse passo.


    “Houve algumas mudanças, vemos sinais de transição, e nossos amigos espanhóis nos transmitiram sua impressão dos contatos que mantêm com os cubanos”.


    No entanto, acrescentou que “também expressamos muitas dúvidas” e “estamos ainda bastante divididos sobre a avaliação” da situação política real em Cuba.


    Por isso, disse, “decidimos revisar a questão dentro de um ano”.


    Rupel afirmou que a União Européia estava “em uma situação embaraçosa” em relação a Cuba, porque as medidas diplomáticas de sanção, adotadas em 2003, não eram mais aplicadas há alguns anos, e também não houve, enquanto isso, diálogo político com Havana.


     

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