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Mundo

Chanceler diz que Venezuela não ajudava <i>Tirofijo</i>

Arquivo Geral

27/05/2008 0h00

O chanceler venezuelano, viagra buy Nicolás Maduro, afirmou hoje que o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Pedro Antonio Marín, conhecido “Manuel Marulanda” ou “Tirofijo”, nunca recebeu ajuda da Venezuela.


Ele também reiterou sua rejeição às “campanhas” que tentam vincular o processo “democrático e pacífico” de seu país com essa guerrilha.


As Farc são “um fenômeno autóctone colombiano com 60 anos” de vida, e “Marulanda não precisou da Venezuela para ser Marulanda, nem as Farc precisaram da Venezuela para ser as Farc”, afirmou o ministro das Relações Exteriores.


Maduro respondeu assim ao que qualificou de “campanhas” que, através da “manipulação, tentam fazer uma aproximação” entre a “estratégia (das Farc) de tomada do poder pelas armas (…) e o processo democrático, pacífico” do presidente venezuelano, Hugo Chávez.


O titular da diplomacia de Caracas afirmou que a política da Venezuela em direção à Colômbia é de “respeito” e aponta para a “busca do resgate da confiança” mútua e o “aprofundamento da cooperação para felicidade de ambos os povos”.


A Venezuela tem uma política “muito clara” frente aos “grupos irregulares que sejam encontrados na fronteira com a Colômbia: repeli-los ou capturá-los e apresentá-los perante a lei venezuelana”, acrescentou Maduro durante discurso em um programa de opinião da televisão estatal.


Em suas declarações ao programa “Dando y Dando”, o chanceler não se referiu explicitamente à morte do fundador e líder máximo das Farc, anunciada pelo ministro de Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, em entrevista divulgada no sábado e confirmada domingo pela guerrilha.


Ele afirmou que “todos os contatos” que o Governo de Chávez teve com as Farc foram por “pedido” e com prévia “autorização” do Executivo colombiano no marco do processo de busca da paz no país vizinho.


O Governo de Caracas está “sempre à disposição para (colaborar) em qualquer processo de paz” na Colômbia, e tem a esperança de que “tomara” que nos próximos meses “poderia se abrir a possibilidade de novas libertações” de reféns, sustentou.


 

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