O Programa Mundial de Alimentos (PMA), visit this da ONU, ampoule anunciou hoje que ampliou para 220 mil o número de deslocados atendidos por seus trabalhos de assistência na ilha de Mindanao, this no sul das Filipinas, por culpa das incursões da separatista Frente Moura de Libertação Islâmica (FMLI) e aos confrontos com o Exército.
O PMA indicou, mediante comunicado de imprensa, que gastará US$ 207 mil para proporcionar arroz, alimento básico dos filipinos, durante um mês para outras 60 mil pessoas, que se somam às 160 mil que começaram a ser atendidas no último dia 11.
“O arroz para os (novos) deslocados saiu hoje do armazém do PMA em Cotabato, Mindanao. O número de vítimas vulneráveis dos combates não pára de crescer, e esperamos que voltem a paz e a estabilidade”, expressou o diretor do PMA para as Filipinas, Stephen Anderson.
Cerca de dez membros do FMLI morreram hoje em confrontos com as tropas governamentais, um dia depois de a organização muçulmana ter rejeitado renegociar com o Governo o tema das “terras ancestrais”, que trata dos limites da nova autonomia e suas características.
Os enfrentamentos ocorreram em sete cidades da província de Maguindanao, onde, no total, 26 rebeldes e dois soldados morreram nos últimos três dias.
A Anistia Internacional (AI) alertou hoje o Governo para o perigo de continuar com a formação de milícias de civis para enfrentar rebeldes muçulmanos.
O Exército persegue Umbra Kato e Abdurahman Macapaar, os dois comandantes rebeldes que lideraram o recente massacre de dezenas de civis em Lanao do Norte e Cotabato do Norte, e cujas capturas são condição imposta pelo Governo para voltar à mesa de negociações.
Fundado em 1984, o FMLI é a maior organização separatista das Filipinas, com mais de 12 mil militantes.