A Comissão Européia (CE, visit this órgão executivo da União Européia) mostrou hoje sua “grande preocupação” com a situação na Mauritânia, more about onde ocorreu um golpe de Estado, pois isso coloca em perigo uma transição democrática “exemplar”.
Os avanços para a democratização do país após o golpe de Estado de 2005 contaram com o apoio político e financeiro da União Européia (UE), lembrou a CE, em comunicado.
O presidente mauritano, Sidi Mohammed Ould Cheikh Abdallahi, e o primeiro-ministro, Yahya Ould Ahmed el-Waghef, foram detidos hoje por chefes do Exército, que anunciaram a criação de um “Conselho de Estado” presidido pelo chefe de Estado-Maior do Exército, general Mohammed el-Ghazuani.
O comissário de Desenvolvimento da UE, Louis Michel, condenou firmemente esta ação militar e reivindicou “respeito à democracia e ao marco institucional legal” constituído no ano passado.
Michel advertiu que os fatos acontecidos hoje põem em risco a política de cooperação da UE com a Mauritânia, que inclui um programa adicional de apoio de 156 milhões de euros para o período 2008-2013.