Os números mostram que cerca de 40.000 soldados foram diagnosticados com algum desses transtornos, embora vários oficiais apontem que há outros militares com problemas semelhantes, mas sem coragem para admiti-los.
O Departamento de Defesa ainda não revelou quantos casos se referem a soldados que estiveram no Iraque ou no Afeganistão. Mas, segundo estatísticas do Exército, foram registrados cerca de 14.000 novos casos em 2007, frente aos 1.632 contabilizados em 2003.
O diretor de saúde do Exército, Eric Schoomaker, atribuiu este aumento, entre outras razões, ao aumento de violência, que fez os soldados estarem mais expostos ao combate.
O oficial também ressaltou que 2007 foi o ano mais violento desde que ambos os conflitos começaram.