Segundo o jornal The Sun, Annie Wiltshire, de 58 anos, e Jayne Jensen, de 53 anos, informaram então aos agentes da Polícia que tinham visto o britânico Murat fumando um cigarro perto do complexo de férias Ocean Club momentos depois do início das buscas por Madeleine.
Este testemunho contradiz a versão do próprio Murat, que dissera que passou aquela tarde na casa onde mora com a mãe e que só soube do desaparecimento da menina britânica na manhã seguinte.
As irmãs, que moram no condado de Kent (ao sul de Londres), qualificam o álibi de Murat como “ridículo”.
As britânicas deram parte então aos policiais e também contataram a agência de detetives espanhola Metodo 3, que investiga o caso, após os vários pedidos de ajuda feitos pelos pais da menina.
Além disso, o The Sun lembra que, com este novo testemunho, já há oito pessoas que dizem ter visto Murat perto do apartamento dos McCann na noite do desaparecimento de Madeleine. As irmãs reconheceram Murat no dia seguinte do desaparecimento, pois o britânico estava ajudando os agentes como tradutor.
Desde o primeiro momento, os pais da criança, Kate e Gerry iniciaram uma intensa campanha para encontrar a menina, mantendo o caso por meses em destaque na imprensa internacional. O caso deu um giro em setembro passado, quando a Polícia portuguesa declarou Kate e Gerry como suspeitos, mas, desde então, não apresentou acusações contra eles.