“Bateremos na porta do presidente Lula para que nos receba e para que possamos estabelecer relações”, disse Lobo em entrevista coletiva, ao ser perguntado sobre a posição anunciada pelo Brasil e por outros países de não reconhecer as eleições por serem realizadas em meio a uma situação de ruptura constitucional.
“Eu sei que no final nenhum país vai poder negar o direito de um povo de eleger”, disse Lobo, que assegurou que está fazendo contatos com “países amigos”, que se negou a identificar, pensando na situação posterior ao pleito.
O candidato do Partido Nacional afirmou que “o importante é entender” que seu partido está “muito interessado na relação internacional com outros países”.
“No caso do Brasil, é um país que admiramos e respeitamos muito, estamos muito interessados inclusive em ir ao Brasil e ver seus programas, como a Bolsa de família”, disse.