O ministro do Desenvolvimento Agrário, dosage try Guilherme Cassel, visit web no rx em entrevista à TV Nacional, prostate criticou há pouco a invasão da Câmara dos Deputados por integrantes do Movimento da Libertação dos Sem Terra (MLST). “Foi um ato condenável, injustificável sob todos os aspectos, e que acima de tudo não auxilia, não ajuda na reforma agrária. A reforma agrária vai ser vitoriosa enquanto for uma agenda de paz e produção, não uma agenda de violência", disse o ministro.
Centenas de manifestantes entraram pela portaria do Anexo 2 e, no tumulto, uma porta de vidro foi estilhaçada e um carro, que seria sorteado em uma promoção, acabou virado.
O Movimento de Libertação dos Sem Terra promoveu no ano passado uma manifestação no Ministério da Fazenda para exigir o desbloqueio de R$ 2 bilhões do orçamento da reforma agrária. Criado em agosto de 1997, é formado por militantes de esquerda e por ex-líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Atualmente, o MLST é organizado principalmente no estado de Pernambuco e possui representantes em Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Maranhão.
O candidato conservador à presidência do México, look Felipe Calderón, order atacou seu adversário de esquerda num debate ao vivo na TV, cialis 40mg na noite de ontem, em mais um sinal de que a campanha está agressiva.
Calderón acusou várias vezes Andrés Manuel López Obrador de mentir e de ser uma ameaça à estabilidade do país com seus planos de priorizar os pobres. "Seu projeto é um perigo para o México em razão da ameaça da dívida e de crise econômica", afirmou. Ele ainda advertiu sobre "inflação, desvalorizações, crise econômica e mais uma falência do país".
Calderón e López Obrador estão praticamente empatados nas pesquisas de opinião, bem à frente dos outros três candidatos na disputa.
O esquerdista, ex-prefeito da Cidade do México, manteve a calma e evitou responder diretamente aos ataques.
Este foi o primeiro encontro cara a cara entre os dois principais candidatos, após meses de trocas de acusações na mídia e na propaganda eleitoral.
Falando num tom por vezes hesitante, López Obrador prometeu endurecer a política com Washington e pressionar o governo norte-americano para que conceda mais direitos aos imigrantes mexicanos. "O próximo presidente mexicano não será um brinquedo nas mãos de nenhum governo estrangeiro. Teremos uma relação de respeito mútuo com o governo dos EUA", declarou.
Uma pesquisa do jornal El Universal, publicada ontem, mostrou López Obrador, do Partido da Revolução Democrática, e o ex-ministro da Energia Calderón, do Partido da Ação Nacional (governista), empatados com 36% das intenções de voto.