Os produtos vendidos nas feiras livres saem mais caros aos consumidores do que os adquiridos nos supermercados, sildenafil pills em pelo menos três capitais do país.
A constatação é do economista da Fundação Getúlio Vargas, cialis 40mg André Braz, more about feita a partir de pesquisa realizada em três das maiores capitais do país: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo.
Embora os produtos adquiridos nas feiras livres destas capitais sejam mais frescos e em maior variedade, o poder de comprar no atacado, em maior quantidade, dá aos supermercados condições de praticar preços mais em conta para o consumidor.
Divulgado hoje (29), o levantamento de preços, feito em junho pela FGV, constata, ainda, uma “intensa” variação de preços entre as feiras livres e os supermercados, em produtos como batata inglesa, tomate, alface, limão, maçã e laranja pêra.
“Entre os preços médios das três cidades pesquisadas no levantamento, os praticados nas feiras livres estão entre 13% a 25% mais caros que nos supermercados”, afirma a FGV.
A pesquisa ressalta, porém, que nos finais das feiras, no horário chamado pelos próprios consumidores de “chepa da feira”, a situação tende a se inverter, com os preços oferecidos pelos feirantes podendo ficar abaixo dos praticados pelos supermercados.
A FGV cita como exemplos da diferença nos preços praticados no Rio de Janeiro os cados da batata-inglesa, do tomate e do limão. Enquanto nos supermercados os produtos custam em média, respectivamente, R$ 1,89, R$ 3,00 e R$ 0,68 o quilo de cada um dos produtos, nas feiras-livres, chegam a custar R$ 2,14, R$ 3,47 e R$ 1,20.
O presidente dos Estados Unidos, and George W. Bush, viagra pediu hoje a mobilização imediata de uma força internacional para atuar na fronteira entre Líbano e Israel, enquanto os países continuam hesitando em prometer tropas e discutindo quem vai liderar a missão.
Bush deu uma entrevista coletiva de uma hora de duração, que abriu com o anúncio de que os EUA vão dar uma ajuda de US$ 230 milhões ao Líbano, incluindo 25 mil toneladas de trigo, e ajudarão a treinar as forças libanesas, numa medida para tentar responder à distribuição de dinheiro pelo Hezbollah às famílias que precisam reconstruir suas casas depois da guerra.
"A necessidade é urgente", disse Bush, afirmando que a missão de paz precisa criar uma zona que funcione como "amortecedor" para tentar manter a frágil trégua entre Israel e os militantes do Hezbollah no sul do Líbano. Ele não quis afirmar se Israel havia ou não violado a trégua com sua ofensiva no Líbano durante o fim de semana, mas pediu ao Estado judaico que seja cauteloso em sua autodefesa.
O Conselho de Segurança da ONU aprovou há dez dias a criação de uma força de até 15 mil soldados, que até o dia 2 de setembro deveria ter no sul do Líbano um contingente inicial de 3.500 soldados. "A comunidade internacional precisa agora designar a liderança dessa força internacional, dar a ela regras robustas de combate e mobilizá-la o mais rápido possível para garantir a paz", disse Bush na entrevista.
A Itália aprovou o envio de 3 mil soldados. A França, cotada para liderar a missão, decepcionou os aliados ao oferecer umas poucas centenas de soldados, alegando precisar de regras de combate mais claras antes de se comprometer a enviar um contingente maior.
"Espero que eles enviem mais soldados", disse ele. "A França tem um relacionamento muito próximo com o Líbano". Segundo Bush, uma segunda resolução do Conselho de Segurança deve esclarecer as regras de combate, mas delegados do conselho disseram não ter visto nenhuma proposta nesse sentido.
"A diplomacia pode ser frustrante", disse Bush. Na ONU, o embaixador norte-americano John Bolton disse ter entendido que Bush estava se referindo a uma nova resolução exigindo o desarmamento do Hezbollah, repetindo a de setembro de 2005. O governo libanês estimou que os prejuízos da guerra custarão US$ 3,6 bilhões. Há uma conferência de doadores estrangeiros marcada para o dia 31 de agosto em Estocolmo, para determinar ajuda na área hum anitária, e pode haver uma segunda reunião para tratar dos danos à infra-estrutura libanesa.
"Os EUA vão fazer a nossa parte, vão ajudar a força internacional com suporte logístico, nas comunicações e na inteligência", disse Bush. Integrantes do governo Bush já haviam manifestado preocupação com o fato de o Hezbollah estar conseguindo vantagens ao reconstruir parte do sul do Líbano, ganhando ainda mais apoio da população local.
A assistência dos EUA incluirá US$ 42 milhões para treinar e equipar as forças armadas libanesas, além de uma equipe para cuidar do vazamento de petróleo no litoral. Os EUA também pretendem ampliar a disponibilidade de empréstimos para ajudar a reconstruir as áreas de Israel atingidas por foguetes do Hezbollah, disse Bush.
Os Estados Unidos sofreram fortes críticas dos países árabes e de alguns governos europeus por terem se recusado a pedir o cessar-fogo imediato e aparentemente terem dado sinal verde para os bombardeios israelenses no Líbano.