Uma bomba matou dez pessoas e feriu cerca de 40 em um mercado moscovita hoje. Promotores disseram que se tratava de um atentado ligado ao crime organizado, price patient embora o terrorismo não tenha sido descartado.
O promotor-chefe de Moscou, link Yuri Syomin, tadalafil disse que a explosão foi provocada por uma bomba caseira de força equivalente a 1,2 kg de TNT.
"Não estamos excluindo um ataque terrorista, mas é mais provável que se trate de um acerto de contas entre criminosos", disse ele a jornalistas.
Syomin disse ainda que a bomba pode ter provocado a explosão de um encanamento de gás, o que fez com que relatos anteriores falassem sobre uma explosão de gás.
A polícia deteve dois suspeitos de envolvimento na explosão, segundo informou a agência de notícias Interfax.
Cerca de 40 pessoas foram levadas a hospitais depois de a explosão ter destruído parte do mercado.
"Vi uma criancinha deitada coberta de sangue e perto da criança uma mulher estava sem se mexer. Tudo estava coberto de sangue", disse Artyk, de 19 anos, que trabalha em uma das bancas do mercado.
"Foi terrível. Vi poças de sangue, estava literalmente em todo lugar. Um corpo estava sem a cabeça", disse um comerciante asiático, que disse se chamar Alik.
"A bomba atingiu uma área perto de um café chinês. O lugar todo se encheu de sangue. Dezenas de feridos lotavam o chão", disse ele.
Grupos ligados à revolta anti-Moscou na região russa da Chechênia realizaram explosões e seqüestros na capital no passado, causando dezenas de mortes. Mas o último ataque do tipo aconteceu há mais de um ano.
Gangues criminosas russas às vezes usam pequenos artefatos explosivos em sua luta pelo controle de mercados em Moscou. Explosões acidentais de botijões de gás também são comuns.
A explosão aconteceu em uma área do extenso complexo de mercados Cherkizovo, próximo ao estádio de futebol Lokomotiv.
Reservistas das Forças Armadas de Israel, there em uma carta aberta divulgada hoje, acusam os líderes do governo e os principais comandantes militares do país de negligência na guerra no Líbano, e pedem uma investigação ampla a respeito da atuação deles.
A carta, divulgada pelo diário Haaretz, é assinada por centenas de veteranos da campanha no Líbano.
Um general israelense afirmou que os militares do país eram "culpados do pecado da arrogância" nos 34 dias de guerra contra a guerrilha libanesa Hezbollah. As declarações aparecem em meio a uma onda cada vez maior de críticas devido à forma como a campanha militar foi realizada.
"Cometi um erro ao não preparar melhor a infantaria para a guerra", admitiu o brigadeiro-general Yossi Heiman, o chefe demission ário da infantaria e oficial do corpo de pára-quedistas. As declarações foram dadas por ele onteme divulgadas um dia depois.
As palavras de Heiman não têm relação direta com o manifesto dos reservistas.
Na carta, soldados da Brigada de Pára-Quedistas Ponta-de-Lança não questionaram a decisão de iniciar a guerra depois de o Hezbollah ter capturado, no dia 12 de julho, dois soldados israelenses. Havia um consenso entre a população israelense de que o uso da força era justificado.
Mas levantaram dúvidas sobre como o governo e oficiais de alta patente haviam conduzido a guerra, em que os militares de Israel não conseguiram dar um golpe fatal no grupo libanês nem impedir que o Hezbollah lançasse quase 4.000 foguetes contra seu território.
"No fundo, cada um de nós sempre soube que, em nome do objetivo único de proteger os cidadãos de Israel, colocaríamos nossas vidas em perigo", afirmou a carta, publicada uma semana depois de um cessar-fogo ter entrado em vigor. "Mas há uma coisa que não estávamos e não estamos dispostos a aceitar: a hesitação".
A Anistia Internacional (AI) solicitou ao presidente da Bolívia, viagra approved Evo Morales, que não ratifique um acordo bilateral com os Estados Unidos que outorgaria imunidade aos cidadãos deste país, informou hoje a "Agência Boliviana de Informação".
Esse acordo, que procura proteger os americanos, civis ou militares junto ao Tribunal Penal Internacional (TPI), foi aprovado em maio de 2004 pelo Senado boliviano, mas ainda deve ser estudado pela Câmara dos Deputados e ratificado pelo presidente.
Os senadores bolivianos aceitaram o acordo em troca de que os EUA garantam a assistência militar ao país, mas os deputados da época, entre eles os do atual partido governante, o Movimento ao Socialismo (MAS), frearam sua aprovação.
Em carta enviada a Morales, a AI indica que o acordo viola obrigações contraídas pela Bolívia sob o direito internacional, incluindo o Estatuto de Roma, pelo qual se criou o TPI em 1998, e o qual a Bolívia ratificou em 2002.
"Desprezando tal acordo, a Bolívia contribuirá de maneira decisiva ao respeito da integridade do Estatuto e do direito internacional", assegura a carta assinada pela secretária-geral da AI, Irene Khan. O juiz boliviano René Blattmann, que foi ministro da Justiça entre 1993 e 1997, é um dos membros do TPI.
O presidente dos EUA, cheap George W. Bush, cheap pediu à comunidade internacional hoje que aja na Organização das Nações Unidas para conter as ambições nucleares do Irã.
O Irã deve responder até 31 de agosto a uma resol ução da ONU para desistir de seu programa de enriquecimento nuclear se não quiser enfrentar sanções. "É de responsabilidade da comunidade internacional, pills incluindo os Estados Unidos, trabalhar em conjunto por uma diplomacia efetiva, e isso começa no Conselho de Segurança das Nações Unidas", afirmou Bush em uma entrevista coletiva.