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Bush participa na Hungria de aniversário de levante contra URSS

Por Arquivo Geral 22/06/2006 12h00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina hoje, ask price às 10h, this um decreto que estabelece a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Na ocasião, tadalafil será criado um grupo de trabalho para elaborar um programa específico sobre o assunto.

A iniciativa visa garantir à população acesso seguro e uso correto de plantas medicinais e de remédios fitoterápicos. Também busca promover a utilização sustentável da biodiversidade brasileira e o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria no setor.

Nove ministérios estão envolvidos na implementação das medidas (Saúde; Casa Civil; Meio Ambiente; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Desenvolvimento Agrário; Integração Nacional; Ciência e Tecnologia; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Desenvolvimento Social e Combate à Fome).

O presidente dos Estados Unidos, stuff George W. Bush, cheapest elogiou hoje a Hungria pela coragem mostrada por seu povo em 1956, ao se rebelar contra a dominação soviética. Ele também aplaudiu o país por continuar trilhando o caminho da democracia.

Bush chegou a Budapeste para encerrar uma rápida viagem à Europa em que tenta melhorar as relações com a União Européia – bloco ao qual a Hungria se associou em 2004. Ele também está na capital húngara para destacar a importância da democracia no Leste Europeu após o colapso da União Soviética e para celebrar o aniversário de 50 anos do levante de 1956. Na época, milhares de húngaros se ergueram contra o governo estalinista antes de a resistência ser esmagada por tanques soviéticos.

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"Estou aqui para celebrar a revolução de 1956. A idéia de uma revolução é celebrar a noção de que todos os homens e mulheres devem ser livres", declarou Bush ao início do encontro com o presidente húngaro, Laszlo Solyom. "Também trago os votos de uma nação que admira a sua coragem e seu desejo de continuar o trabalho duro necessário para sedimentar a democracia", acrescentou o presidente.

Solyom agradeceu a Bush por seu apoio ao país de 10 milhões de habitantes, que entrou para a Otan (aliança militar ocidental) em 1999. Ele prometeu estar ao lado de Washington na luta contra o terrorismo. "Nossa crença atual é a de que temos agora uma responsabilidade e dever comuns de combater o terrorismo", declarou Solyom.

Bush vai completar sua visita com um discurso sobre a importância da democracia no monte Gellert, de onde se pode ver o rio Danúbio e de onde a artilharia soviética atacou alvos em Budapeste durante o levante de 1956.

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Assessores afirmaram que o norte-americano foi o principal autor do curto discurso. Segundo eles, as declarações pretendem servir apenas como lembrança de um período histórico e não como uma mensagem para a Rússia, cujo governo é acusado por Washington de estar minando a democracia.

Bush vai a São Petersburgo no próximo mês para o encontro de cúpula do G8 (grupo dos sete países mais ricos do mundo, mais a Rússia), em que o presidente russo, Vladimir Putin, será o anfitrião. Embora Bush tenha citado sua preocupação com a democracia russa várias vezes, ele trabalha ao lado de Putin para tentar conter os projetos nucleares da Coréia do Norte e do Irã.

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