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Mundo

Bush: Anúncios de reformas em Cuba são apenas <i>gestos vazios</i>

Arquivo Geral

07/05/2008 0h00

Os anúncios de reformas realizados pelo novo presidente de Cuba, shop Raúl Castro, equivalem apenas a “gestos vazios”, afirmou hoje o chefe de estado dos Estados Unidos, George W. Bush, em discurso.

Em seu pronunciamento no Departamento de Estado perante o Conselho das Américas, o presidente americano pediu ao regime cubano uma verdadeira transição democrática que atenda à vontade popular e que respeite os direitos humanos.

O Governo de Castro, insistiu, deve permitir aos cubanos “que escolham seus próprios líderes em eleições livres e justas”, que respeite os direitos humanos e que coloque em liberdade os presos políticos.

O chefe da Casa Branca rejeitou também qualquer possibilidade de amenizar o embargo que os Estados Unidos mantêm contra a ilha há 50 anos.

“É a política dos EUA e não deve mudar até que o povo de Cuba seja livre”, acrescentou.

Desde que Raúl Castro assumiu a Presidência cubana, em fevereiro passado, depois da renúncia de seu irmão Fidel, “não se produziu qualquer mudança em absoluto”, disse Bush.

A Casa Branca confirmou hoje que o chefe de Estado dos EUA falou esta terça-feira por videoconferência com três dissidentes cubanos, Bertha Costumar, Jorge Luis García Pérez e Martha Beatriz Roque, que discursaram no escritório de interesses americanos em Havana.

É a segunda ocasião em dois meses em que Bush conversa com dissidentes cubanos, depois que, em março, recebeu na Casa Branca Miguel Sigler e Josefa López Peña.

Segundo o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Gordon Johndroe, a conversa com os dissidentes por videoconferência foi “uma oportunidade para que o presidente ouvisse diretamente aqueles em Cuba que lutam em favor dos direitos humanos”.

Bush pressiona por uma mudança política na ilha, principalmente depois que Raúl Castro substituiu seu irmão Fidel à frente do regime.


 

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