A organização radical Estado Islâmico do Iraque, symptoms que reúne diversos grupos islamitas dirigidos pela Al Qaeda, decease assumiu hoje a autoria do assassinato do xeque Abdul Sattar Abu Risha, um dos principais aliados dos Estados Unidos na luta contra o terrorismo na região.
“Os irmãos do ministério da segurança (do Estado islâmico do Iraque) assassinaram o apóstata infiel chamado Abdul Sattar Abu Risha”, um dos cães da cruzada de (o presidente dos Estados Unidos) George W. Bush”, disse o grupo, em comunicado postado em um site utilizado por grupos radicais, e cuja veracidade não pôde ser confirmada.
O Estado Islâmico do Iraque ameaçou também os demais membros das tribos pertencentes ao Conselho de Salvação de Al-Anbar, criado há um ano com apoio americano para expulsar a Al Qaeda da província.
“As cabeças apóstatas e dos que se desviaram para o projeto americano devem saber que as espadas dos mujahedins (combatentes islâmicos) estão à espreita”, diz a nota.
O texto também afirma que o Estado Islâmico do Iraque formou uma “comissão de segurança especial para perseguir e matar os dirigentes das tribos traidoras, que sujam a fama das originais”.
O Conselho de Salvação, que era dirigido por Abu Risha desde outubro, expulsou a Al Quaeda da província de Al-Anbar (oeste de Bagdá), forçando o grupo terrorista a se estabelecer na província de Diyala (nordeste da capital).
Durante o funeral do xeque iraquiano, realizado hoje em Ramadi, seus seguidores pediram vingança pela morte, e afirmaram que o “sangue (de Abu Risha) não correrá em vão”.