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Bolsas de NY fecham mistas e com marcas recordes de fechamento do S&P e Nasdaq mesmo com guerra

O Nasdaq cravou 11 sessões seguidas em alta. O Dow Jones patinou sem força

Redação Jornal de Brasília

15/04/2026 17h57

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(ARQUIVOS) Um trader trabalha no pregão da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) na abertura do pregão na cidade de Nova York. (Foto de CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

São Paulo, 15 – As bolsas de Nova York fecharam sem coesão nesta quarta-feira, 15. O S&P e o Nasdaq renovaram recordes intradiários e de fechamento sem que sinais conflitantes sobre o potencial acordo para colocar fim à guerra dos EUA e Israel contra o Irã impedissem a ida a marcas históricas. O Nasdaq cravou 11 sessões seguidas em alta. O Dow Jones patinou sem força.

O Dow Jones fechou em baixa de 0,15%, aos 48.463,72 pontos. O S&P 500 subiu 0,8%, aos 7.022,95 pontos, derrubando o recorde anterior de 6.978,60 de 27 de janeiro. Na máxima intradiária, o índice foi aos 7.026,24 pontos. O Nasdaq ganhou 1,59%, aos 24 016,02 pontos. No topo, o índice atingiu nível intradiário de 24 026,56 pontos.

O otimismo em torno de um possível acordo de paz seguiu amparando os ganhos das ações. A Associated Press noticiou que os Estados Unidos e o Irã chegaram a um “acordo de princípio” para estender o cessar-fogo, permitindo mais negociações diplomáticas. O governo dos EUA descartou a extensão do cessar-fogo.

Outro impulso para Wall Street vinha da redução da aposta em estouro da suposta bolha de inteligência artificial. A aposta em estouro caiu para 17% na plataforma de previsões Polymarket.

O Morgan Stanley subiu 4,5% após divulgar uma receita de negociação de ações de US$ 5,15 bilhões no primeiro trimestre, superando a estimativa de consenso de US$ 4,78 bilhões. O Bank of America teve crescimento de 17% no lucro líquido no primeiro trimestre de 2026, ante igual período do ano. A ação avançou 1,8%.

A Broadcom ganhou 4,2% após expandir sua parceria com a Meta (1,4%) para implantar infraestrutura de IA.

A Stellantis NV marcou alta de 1,6% após divulgar que as entregas globais do primeiro trimestre aumentaram 12% em relação ao ano anterior. O rumo das ações ainda teve como referência notícia de que a companhia está em negociações para retomar uma parceria com a Dongfeng Motor que envolveria a produção conjunta de automóveis na Europa e na China, segundo fontes familiarizadas com o assunto citadas pelo Business Times

Os dados econômicos nos EUA mostraram alta inesperada da atividade medida pelo Fed de Nova York e recuo mais pronunciado do que o esperado do índice de confiança das construtoras.

Estadão Conteúdo

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