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Bolsas de NY fecham em alta, diante das expectativas com negociações de tarifas

O Dow Jones subiu 0,20%, aos 40.752,10 pontos; o S&P 500 ganhou 0,63%, aos 5.604,10 pontos; e o Nasdaq teve alta de 1,52%, aos 17.710,74 pontos. Os dados são preliminares

Redação Jornal de Brasília

01/05/2025 18h13

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Uma pessoa caminha perto da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) em Wall Street em 17 de março de 2025 na cidade de Nova York. (Foto de ANGELA WEISS / AFP)

São Paulo, 01 – As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionadas pelas expectativas de acordos comerciais dos Estados Unidos com outros países, após a aplicação da política tarifária do presidente americano, Donald Trump, e impulsionadas pelos resultados positivos de gigantes da tecnologia.

O Dow Jones subiu 0,20%, aos 40.752,10 pontos; o S&P 500 ganhou 0,63%, aos 5.604,10 pontos; e o Nasdaq teve alta de 1,52%, aos 17.710,74 pontos. Os dados são preliminares.

No fim da tarde de ontem, a Meta (+4,23%) e a Microsoft (+7,63%), duas das “Sete Magníficas”, divulgaram lucro acima do esperado em resultados trimestrais, o que tranquilizou os investidores sobre a relativa resiliência das maiores empresas de tecnologia à incerteza tarifária. Em análise, Tickmill Group menciona que os resultados sugerem uma demanda robusta do consumidor, apesar das preocupações com tarifas.

A expectativa, agora, se concentra na divulgação de balanços da Apple (+0,39%) e Amazon (+3,13%). Na manhã de hoje, o McDonald’s (-1,91%) decepcionou em receita e queda nas vendas, enquanto a Mastercard (-0,37%) superou projeções de lucro.

No decorrer do dia, Trump afirmou que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, está em negociações comerciais com mais de 200 países e que o secretário de Comércio, Howard Lutnick, “não para de negociar”. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que teve uma “boa conversa” com o presidente americano, o que também cooperou para o apetite por risco.

Na análise da Zacks Investment Research, boas notícias sobre os acordos comerciais em que a Casa Branca vem trabalhando, podem acalmar os temores tarifários e reacender o mercado.

*Com informações da Dow Jones Newswires

 

Estadão Conteúdo

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