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Economia

Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta

Arquivo Geral

12/08/2014 8h40

Algumas das principais bolsas asiáticas seguiram o movimento das ações em Sydney, que foram impulsionadas pelos resultados positivos da confiança do consumidor australiano. Os dados interromperam as seis quedas consecutivas do índice S&P/ASX 200, que fechou em alta de 1,34%, a 5.530,30 pontos.

O Banco Nacional da Austrália divulgou sua pesquisa de marcado mostrando a quarta elevação contínua da confiança do consumidor, para 11 pontos, acima dos 8 da medição de junho. “Investidores usam esses momentos como oportunidades de compra”, disse o chefe de investimentos da AMP Capital em Sydney, Shane Oliver.

A bolsa de Hong Kong acompanhou a alta e o Hang Seng fechou com ganho de 0,28%, a 3.379,81 pontos. O índice chinês Shenzhen Composto subiu um pouco mais, encerrando a sessão com avanço de 0,30%, a 1.194,94 pontos. O filipino PSEi teve alta de 0,39%, a 6.983,49 pontos.

Na Coreia do Sul e na Malásia, o dia foi de leve valorização. O índice Kospi, de Seul, subiu 0,10%, a 2.041,47 pontos, e o KLCI teve alta de 0,06%, a 1.850,39 pontos.

Em Xangai, a bolsa fechou na contramão, com queda de 0,14%, a 2.221,59 pontos, em movimento de realização e como reação ao programa de parceria com a bolsa de Hong Kong. Os investidores poderão aplicar capital em Xangai a partir da outra bolsa, mas segundo analistas, o efeito positivo da operação que começa em outubro pode ter sido superestimado. “O mecanismo não criará um efeito de alta, os investidores não conseguirão ganhar com arbitragem entre as bolsas”, disse o conselheiro chefe da Hong Yuan Securities, Tang Yonggang.

O Straits Times, de Cingapura (-0,09%, 3.303,39 pontos), e o Taiex, de Taiwan (-0,11%, 9.163,12 pontos), acompanharam as perdas de Xangai, fechando em leve desvalorização. Com informações da Dow Jones Newswires.

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    Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em alta

    Arquivo Geral

    30/04/2014 12h38

    As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com alguns mercados menores impulsionados pelo bom desempenho das ações em Wall Street, na sessão de ontem, e os índices chineses avançando com temores menores em relação a um possível excesso de novas ações após o lançamento de ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês).

    O Xangai Composto, principal índice acionário da China, subiu 0,3%, a 2.026,36 pontos, enquanto o Shenzhen Composto avançou 0,8%, a 1.027,57 pontos. O volume de negócios de ambas as bolsas subiu levemente, a 11,93 bilhões de yuans (US$ 1,9 bilhões), de 11,67 bilhões de yuans ontem, com os investidores reticentes em se comprometer antes de um feriado de quatro dias. Os mercados chineses vão fechar a partir de amanhã, por causa do feriado do Dia do Trabalho, e só reabrirão na segunda-feira.

    Nas duas últimas semanas, no entanto, o Xangai Composto acumulou perdas de quase 5% em meio a preocupações de que a retomada de IPOs, prevista para maio, leve a um volume excessivo de ações em circulação. Esses temores, no entanto, já foram precificados, segundo analistas.

    Entre as ações chinesas mais negociadas, a empresa imobiliária Shanghai Wanye saltou 4,3%, após prever um aumento de mais de três vezes no lucro do primeiro semestre, e mineradora Inner Mongolia Xingye Mining subiu 0,4%, após dizer que os ganhos do mesmo período vão subir pelo menos 86% na comparação anual. Grandes instituições financeiras, porém, recuaram após o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) alertar que é preciso permitir a falência de produtos financeiros muito arriscados: o ICBC teve perda de 0,3%, o Bank of China caiu 0,4% e o China Construction Bank mostrou declínio de 0,5%.

    O fechamento em alta das bolsas de Nova York ontem, que veio após um noticiário corporativo favorável, contribuiu para o tom positivo em mercados menores da Ásia. Em Manila, o índice filipino PSEi avançou 1,1%, a 6.707,91 pontos, enquanto em Cingapura, o Straits Times Index ganhou 0,8%, a 3.264,71 pontos.

    Por outro lado, o índice sul-coreano Kospi, da Bolsa de Seul, caiu 0,2%, a 1.961,79 pontos, e o Hang Seng Index, de Hong Kong, recuou 1,4%, após o forte salto de 1,5% visto na sessão anterior.

    Na Austrália, o índice S&P ASX 200 registrou alta inferior a 0,1%, fechando a 5.489,10 pontos, com o mercado local não conseguindo se recuperar da acentuada perda no pregão de ontem. Os bancos pressionaram a Bolsa de Sydney, com o National Australia Bank e o Bank of Queensland caindo 0,6% e 1,1%, respectivamente. Com informações da Dow Jones Newswires.

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      Arquivo Geral

      30/04/2014 12h38

      As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com alguns mercados menores impulsionados pelo bom desempenho das ações em Wall Street, na sessão de ontem, e os índices chineses avançando com temores menores em relação a um possível excesso de novas ações após o lançamento de ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês).

      O Xangai Composto, principal índice acionário da China, subiu 0,3%, a 2.026,36 pontos, enquanto o Shenzhen Composto avançou 0,8%, a 1.027,57 pontos. O volume de negócios de ambas as bolsas subiu levemente, a 11,93 bilhões de yuans (US$ 1,9 bilhões), de 11,67 bilhões de yuans ontem, com os investidores reticentes em se comprometer antes de um feriado de quatro dias. Os mercados chineses vão fechar a partir de amanhã, por causa do feriado do Dia do Trabalho, e só reabrirão na segunda-feira.

      Nas duas últimas semanas, no entanto, o Xangai Composto acumulou perdas de quase 5% em meio a preocupações de que a retomada de IPOs, prevista para maio, leve a um volume excessivo de ações em circulação. Esses temores, no entanto, já foram precificados, segundo analistas.

      Entre as ações chinesas mais negociadas, a empresa imobiliária Shanghai Wanye saltou 4,3%, após prever um aumento de mais de três vezes no lucro do primeiro semestre, e mineradora Inner Mongolia Xingye Mining subiu 0,4%, após dizer que os ganhos do mesmo período vão subir pelo menos 86% na comparação anual. Grandes instituições financeiras, porém, recuaram após o Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) alertar que é preciso permitir a falência de produtos financeiros muito arriscados: o ICBC teve perda de 0,3%, o Bank of China caiu 0,4% e o China Construction Bank mostrou declínio de 0,5%.

      O fechamento em alta das bolsas de Nova York ontem, que veio após um noticiário corporativo favorável, contribuiu para o tom positivo em mercados menores da Ásia. Em Manila, o índice filipino PSEi avançou 1,1%, a 6.707,91 pontos, enquanto em Cingapura, o Straits Times Index ganhou 0,8%, a 3.264,71 pontos.

      Por outro lado, o índice sul-coreano Kospi, da Bolsa de Seul, caiu 0,2%, a 1.961,79 pontos, e o Hang Seng Index, de Hong Kong, recuou 1,4%, após o forte salto de 1,5% visto na sessão anterior.

      Na Austrália, o índice S&P ASX 200 registrou alta inferior a 0,1%, fechando a 5.489,10 pontos, com o mercado local não conseguindo se recuperar da acentuada perda no pregão de ontem. Os bancos pressionaram a Bolsa de Sydney, com o National Australia Bank e o Bank of Queensland caindo 0,6% e 1,1%, respectivamente. Com informações da Dow Jones Newswires.

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        Arquivo Geral

        17/04/2013 6h59

        Os mercados acionários da Ásia fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira, com uma certa recuperação de algumas ações relacionadas a recursos naturais após uma melhora nos preços das commodities.

        As ações regionais se recuperaram depois de dois dias de negociações voláteis provocadas pelos dados mais fracos do que o esperado do crescimento chinês e pela queda do preço do ouro. Os mercados encontraram um certo apoio nos dados econômicos dos EUA divulgados na terça-feira.

        As ações de recursos permaneceram em foco nesta quarta-feira. A petrolífera Cnooc caiu apenas 0,3% em Hong Kong, depois de recuar 5,5% nas últimas três sessões. Em Sydney, a mineradora de ouro Newcrest Mining, que perdeu um total de 13% nos primeiros dois dias da semana, encontrou alguma estabilidade e ganhou 0,6%, enquanto Alumina avançou 1,6%.

        O índice S&P/ASX 200, da Bolsa de Sydney, subiu 1,1%, para 5.004,60 pontos, com alta em todos os setores, menos nos números gerais de energia e materiais. A BHP Billiton caiu 0,3%, apesar de anunciar que sua produção de ferro subiu 6% nos três meses até março em relação ao mesmo período do ano anterior. A Atlas Iron perdeu 5%, mesmo após a empresa dizer que vendeu um montante recorde de minério de ferro no mesmo período apesar dos efeitos do mau tempo.

        Os ganhos foram mais modestos na China, tendo em vista que os fracos números econômicos do país continuaram a pesar sobre as ações locais. O índice Xangai Composto terminou em queda de 0,1%, aos 2.193,80 pontos, enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,5%, para 21.569,67 pontos. O índice Shenzhen Composto avançou 1,1%, para 919,87 pontos.

        O fabricante de equipamentos de trens Zhuzhou CSR Times Electric caiu 5,9% em Hong Kong, depois de a empresa registrar uma queda de 65% no lucro líquido do primeiro trimestre em relação período do ano anterior. O declínio foi bem sinalizado, tendo em vista que a empresa havia publicado um alerta de lucro no final de março.

        Na Coreia do Sul, o índice Kospi Composto fechou em alta de 0,1%, aos 1.923,84 pontos.

        As ações em Taiwan também terminaram em terreno positivo, com o índice Taiwan Weighted avançando 0,1%, para 7.809,07 pontos. A sessão bastante variada, já que os investidores aguardam novos sinais da TSMC, cujos resultados do primeiro trimestre devem ser anunciados após o fechamento do mercado na quinta-feira. Por outro lado, os dados econômicos da China continuaram a pesar sobre o apetite por risco. A TSMC caiu 0,5%, a HTC ganhou 3,2%, a Hon Hai avançou 0,9% e a Chinatrust recuou 2,5%.

        Nas Filipinas, as ações fecharam em alta, após dois dias de perdas. O índice PSEi ganhou 0,9%, aos 6.844,45 pontos. Segundo especialistas, perspectivas sobre bons resultados corporativos, indicadores e novas reduções das taxas de juros continuam a atrair os investidores em ações locais, apesar das preocupações de valorização. As informações são da Dow Jones.

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