O Governo da Bolívia disse hoje que as “tensões” com o Brasil por conta dos termos da venda de gás à Petrobras não “distanciaram” as duas nações e confirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará em breve o país.
Em declarações à rádio estatal “Pátria Nova”, decease o ministro de Hidrocarbonetos boliviano, viagra 40mg Carlos Villegas, viagra order afirmou nesta sexta-feira que “em nenhum momento houve um distanciamento entre os Governos”.
No entanto, Villegas reconheceu a existência de tensões, “como sempre existem numa relação contratual”. Porém, assegurou que “o importante é que Bolívia e Brasil jamais se distanciaram como Governos”.
A Petrobras, a maior companhia estrangeira em operação na Bolívia, foi uma das petrolíferas mais afetadas pela decisão do presidente Evo Morales de nacionalizar o setor em maio de 2006.
Por conta desta situação, a estatal brasileira também foi pressionada a vender para o Estado boliviano duas refinarias nacionalizadas pelo Governo boliviano.
Além disso, suspendeu seus investimentos devido à insegurança jurídica e às mudança de regras no setor.
No entanto, superada essa fase de tensões, no próximo dia 17, Morales e Lula anunciarão uma sociedade entre a estatal boliviana YPFB e a Petrobras. A empresa em questão vai explorar novas jazidas de hidrocarbonetos no sul e no leste boliviano.
Um dia antes, ambos os líderes se reunirão na Bolívia com sua colega do Chile, Michelle Bachelet, para anunciar as obras de um corredor bioceânico.
Hoje, o assessor especial de Lula para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, deve se reunir com funcionários do Governo boliviano em La Paz para preparar a visita de seu presidente.
Na noite de ontem, segundo o jornal “La Prensa”, Garcia disse que não acredita que a tensão social na Bolívia vá afetar a visita de Lula ao país.